terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O prêmio por uma coisa bem-feita é tê-la feito.
Ralph Waldo Emerson

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O bom senso se perdeu???

Não basta conseguir um emprego, é preciso saber preservá-lo. Para isso, é necessário ter ética acima de tudo e aprender a se relacionar no ambiente de trabalho. É importante saber como driblar as armadilhas e se comportar com fofocas, e-mails e afins.
Para facilitar a comunicação interna e assim evitar fofocas e atritos, as empresas têm investido numa rede de computadores que permite a comunicação entre todos os funcionários. É possível falar até com os diretores, sobre qualquer assunto. Vale até reclamação.
E e-mail? O bom senso de utilizá-lo apenas para fins empresariais não vem de todo mundo, portanto em seguida surge o bloqueio da internet, advertências por mal uso e até mesmo justa causa.
Eu acredito que toda empresa deveria ter seu próprio código de ética, e o mesmo deveria ser entregue ao funcionário assim que fosse contrato. Logo, não haveria dúvidas sobre o que se pode ou não fazer. Apartir do momento que uma medida enérgica é tomada, os outro com certeza saberão o significado do Bom Senso.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Empregos e coisas asssim....


Geeks, Nerds e pessoas inteligentes em geral trabalham não só pelo dinheiro, mas pelo amor ao que fazem. Eu sou uma dessas pessoas que amam loucamente seu trabalho. Quando eu sou contratada por uma empresa, eu não vou para lá simplesmente pelo dinheiro, eu quero fazer algo produtivo, algo de bom, quero fazer a diferença. Eu amo meus empregos e me orgulho disso. Por essa e por outras que no momento em que a conduta da empresa não me permite fazer algo produtivo, perco a vontade de trabalhar.

Produtividade pra mim é tudo. Me sentir útil e fazer as coisas funcionarem é melhor ainda.

Talvez por isso que mais uma vez tenha mudado de emprego. (Já me sinto uma cigana...rs)

E que tenha medo da estabilidade do cargo público, imagino que a estabilidade pro resto dos meus dias seja algo maravilhoso, mas e se eu passar a não concordar com tudo aquilo...trabalharia infeliz demais....


A área da educação sempre me encantou, minha mãe professora e desde muito pequena frequentar 2 ou 3 escolas, deve ter alguma influência.

Por isso, e por estar infeliz com a conduta da empresa em que estava, me decidi a voltar a atuar nas faculdades. Com experiência em um colégio de ensino fundamental e na faculdade em que cursei minha graduação, mandei curriculos para as faculdades de minha cidade e semana passada tive a feliz notícia.

O bom de trabalhar em faculdade é que as pessoas estão sempre cheias de idéias, querem melhorar o processo....e isso me encanta.

Não tenho dúvidas: Estou no lugar certo!

E, por enquanto, feliz!


segunda-feira, 30 de março de 2009

Domigo cultural


São Paulo pra mim é uma cidade para se fazer passeios culturais e visitas a parentes. Nada mais.

Esse domingo, tive a oportunidade de conhecer as exposições do Parque do Ibirapuera.

Oca, MAM, Museu Afro-Brasileiro, Planetário e muitas caminhadas ao ar livre.
Recomendo, entre todos os passeios, o Museu Afro-Brasileiro, mas pegue um guia, e programe um dia apenas para ele, pois um tarde não será suficiente. Encantador e extremamente curioso, você verá uma história de sofrimento, dor e vitória.

Outra boa pedida é o planetário....você nunca mais verá o céu da mesma forma.

Já no MAM, você inevitavelmente tem que gostar de arte moderna. Quadros que, me desculpem, pra mim não tem nenhum significado e encanto.

A Oca, com exposições itinerantes, tem de tudo um pouco, já fui em exposições INCRÍVEIS, infelizmente, a de ontem não entendi muito bem, apesar da intenção ser boa:
http://catracalivre.uol.com.br/2009/03/intemperies-%E2%80%93-o-fim-do-tempo/

O melhor com certeza foi o baixo custo de tanta cultura. As exposições de domingo são gratuitas, restando apenas o estacionamento R$ 1,80 duas horas (zona azul) e R$ 5,00 o ingresso do planetário ( que deve ser comprado com atencedência). Se não fossem os pedágios.....

De qualquer forma, São Paulo pode ser encantadora... Recomendo!!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Floral De Bach


Foram descobertos pelo Dr. Edward Bach em 1930 e vem sendo usados desde então com muita eficácia por médicos, psicólogos, terapeutas e pessoas esclarecidas do mundo todo.
Ao todo são 38 essências, além do composto Rescue Remedy, indicado para emergências. Podemos tomar várias essências ao mesmo tempo de acordo com a nossa necessidade.
Cada essência é indicada para um estado mental específico, transformando aspectos negativos em sentimentos e atitudes positivas
Os florais são essências extraídas de flores que atuam no emocional, proporcionando equilíbrio na vida pessoal e profissional. Resgatam a nossa firmeza interior para não sofrermos influências negativas. Harmonizam, para obtermos alegria, esperança, energia,confiança, coragem, força, entusiasmo, paciência, melhorando a nossa relação com a vida.

Na filosofia do Dr. Edward Bach, a doença se inicia com esses desequilíbrios emocionais a que todos nós estamos sujeitos. Ela é, de modo geral, um sinal que o nosso inconsciente se utiliza para nos alertar que não estamos em harmonia com a nossa alma.
É nesse momento que os Florais de Bach nos ajudam a encontrar o equilíbrio, auxiliando a olhar para o nosso interior. As mudanças positivas ocorrem naturalmente e podemos então resgatar a harmonia em todos os sentidos.
Mas se a doença já se instalou, precisamos combatê-la através dos métodos e tratamentos que a medicina de hoje disponibiliza, e paralelamente a isso, necessitamos também descobrir em nós mesmos o que nos levou a desenvolvê-la para entender a causa do problema. Os Florais de Bach trazem para a consciência essas causas para que possamos modificar padrões e melhorar naturalmente em todos os sentidos.
Esse é o auto conhecimento incessante que nos faz evoluir sempre, tendo como apoio a Filosofia do Dr. Bach.
Fonte: http://www.floraisbach.com.br/

quarta-feira, 4 de março de 2009

Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Carlos Drummond de Andrade

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Minha Marley



Quando tinha apenas 9 anos, minha mãe foi me buscar na escola e parou numa casa que não era a minha. Entramos e logo vi uma cachorrinha toda pretinha correndo agitada nos meus pés.
Hoje, 14 anos depois, deixei minha casa e minha Marley, com falta de ar, insuficiência renal e com muita dor.
Lembro da história do livro Marley e eu e me emociono.
Vivi a história Nina e eu.





Que Deus lhe acompanhe e amenize sua dor.